Essa mulher: Clarissa Pinkola Estés. É a dona do livro. A dona das palavras que conduzem todas as peregrinas até o autoconhecimento.

Ela dá o empurrão na jornada de muitas de nós. E depois é com a gente. Ou não.

Quantas pegam o livro nas mãos, leem a orelha, a primeira página, o primeiro capítulo, e saem correndo assustadas?!

Quantas esperam anos até estarem prontas? Eu mesma fui uma dessas.

Vinte anos olhando para a capa deste livro nas estantes chiques das livrarias perfumadas.

Assisti mudar a edição. E num primeiro momento pensei: isso é muito culto para mim. Não vou conseguir ler.

Era verdade mesmo… não conseguiria ler, com a minha maturidade de 20 e poucos anos.

Foi preciso passar muitas perdas. Amadurecer muitas ideias. Colecionar muitas cicatrizes.

Então a leitura deixou de ser “culta” para passar a ser apenas densa. Muito densa. Mas nem por isso, menos fascinante.

Eu sempre digo às mulheres que encontro: leia “Mulheres que Correm com os Lobos”.

Não é fácil? Não. Você não será a mesma depois de acabar a leitura? Certamente não.

Mas é aí que mora a magia. Este livro é um remédio para muitos dilemas emocionais femininos. E ele aponta caminhos. Caminhos claros, simples – que muitas vezes por serem tão simples, ficam tão escondidos.

Clarissa é um presente, junto com sua obra. E por isso eu quero deixar aqui o meu “muito obrigada”.

Eternamente.

Crédito da foto: Pixabay.
 

Texto Carulina Costa

Carulina Costa esteve conosco na idealização e nos primeiros vídeos de nossa jornada. Sua saída da equipe se deu em outubro de 2019. 

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