A Simbologia das Bonecas

A boneca de Vasalisa, que aparece nos vídeos das Clarissas, foi consagrada junto à fogueira de um círculo de mulheres incrível do Despertar Feminino! As bonecas são um dos tesouros simbólicos da natureza instintiva. Durante séculos, os seres humanos tiveram a sensação de que das bonecas emanava algo de sagrado e eram providas de grande poder espiritual. Acredita-se que as bonecas sejam impregnadas de vida por quem as criou. Elas

Bibliografia de Apoio

Queridas Lobas A linguagem simbólica e poética utilizada pela Clarissa Pinkola Estés no livro “Mulheres que correm com os Lobos” pode ser um tanto confusa em uma primeira leitura. Mas cada vez que mergulhamos novamente em seus capítulos, retornamos com uma nova compreensão ou novos insights. Uma bibliografia de apoio pode ajudar no entendimento de vários aspectos apresentados no livro, lançando luz sobre pontos aparentemente obscuros e expandindo conhecimentos. A

Frida Kahlo: uma Mulher Selvagem

A artista mexicana Frida Kahlo (1907-1954) é, para mim, a inspiração de uma vida selvagem vivida com coragem, ousadia, verdade e criatividade. Já era uma pequena selvagem desde criança. “Rebelde”, como somos tachadas quando ousamos viver nossa essência. Sofreu um acidente terrível quando tinha 18 anos: o ônibus em que viajava chocou-se contra um trem, e uma barra de ferro atravessou seu corpo, perfurando-lhe a pelve e o útero. Desde

Ciclos Femininos e o Resgate da Mulher Selvagem

Entender os próprios ciclos é parte importante do processo de retomada da vida selvagem, da nossa própria essência. Durante milênios nos fizeram acreditar que o nosso tempo é linear: nascemos, crescemos, vivemos e morremos. Compramos essa roubada e agora tentamos recuperar, a duras penas, o verdadeiro significado do nosso tempo, muito mais rico e complexo. Nosso tempo é cíclico. Somos, literalmente, mulheres de fases. Quantas aqui sabem em que fase

Trechos do Livro Mulheres que Correm com os Lobos

  A Mulher Selvagem “A Mulher Selvagem nos abraçará enquanto estivermos chorando. Ela é o Self instintivo. Ela consegue suportar nossos gritos, nossos uivos, nosso desejo de morrer sem morrer. Ela sabe aplicar os melhores remédios nos piores lugares. Ela ficará sussurrando e murmurando nos nossos ouvidos. Ela sentirá dor pela nossa dor. Ela o suportará. Não fugirá. Embora haja cicatrizes inúmeras, é bom lembrar que, em termos de resistência