A Medicina da Mulher Esqueleto

No livro “Mulheres que correm com os Lobos”, Clarissa Pinkola Estés conta a história da Mulher Esqueleto, para falar dos mistérios da vida, morte e renascimento. A Mulher Esqueleto, assim como nós, em algum momento de nossas vidas, teve a existência retalhada até os ossos. Mas sabemos que isso não é o fim…Os ossos resistem, são praticamente indestrutíveis…É difícil queimá-los…Atravessam milênios para nos contar sua história…E assim como no conto

A Mulher Esqueleto: a Morte na casa do Amor

Nós, ocidentais, herdeiros da tradição greco-romana, temos extrema dificuldade em lidar com a morte. A morte é o fim, o feio, o vício, o desespero. Entre os gregos, só havia a bela morte para os guerreiros que morriam lutando. Mas eis que a Mulher Esqueleto cruza o meu caminho e me ensina sobre a natureza da vida-morte-vida de tudo o que existe, das mortes necessárias e dos (re)nascimentos surpreendentes, um

A Simbologia das Bonecas

A boneca de Vasalisa, que aparece nos vídeos das Clarissas, foi consagrada junto à fogueira de um círculo de mulheres incrível do Despertar Feminino! As bonecas são um dos tesouros simbólicos da natureza instintiva. Durante séculos, os seres humanos tiveram a sensação de que das bonecas emanava algo de sagrado e eram providas de grande poder espiritual. Acredita-se que as bonecas sejam impregnadas de vida por quem as criou. Elas

Bibliografia de Apoio

Queridas Lobas A linguagem simbólica e poética utilizada pela Clarissa Pinkola Estés no livro “Mulheres que correm com os Lobos” pode ser um tanto confusa em uma primeira leitura. Mas cada vez que mergulhamos novamente em seus capítulos, retornamos com uma nova compreensão ou novos insights. Uma bibliografia de apoio pode ajudar no entendimento de vários aspectos apresentados no livro, lançando luz sobre pontos aparentemente obscuros e expandindo conhecimentos. A

Frida Kahlo: uma Mulher Selvagem

A artista mexicana Frida Kahlo (1907-1954) é, para mim, a inspiração de uma vida selvagem vivida com coragem, ousadia, verdade e criatividade. Já era uma pequena selvagem desde criança. “Rebelde”, como somos tachadas quando ousamos viver nossa essência. Sofreu um acidente terrível quando tinha 18 anos: o ônibus em que viajava chocou-se contra um trem, e uma barra de ferro atravessou seu corpo, perfurando-lhe a pelve e o útero. Desde