O Caldeirão da Transmutação

“Eu lhe dou a vidaEu lhe dou a morteÉ tudo uma coisa sóNada morre que não nasça outra vezNada existe que não vá morrerQuando você vem a mim, eu lhe dou as boas vindas,E depois a recebo em meu útero, o caldeirão da transmutaçãoOnde você é misturada e peneirada,fervida e triturada,derretida e amassada, reconstituída e depois reciclada.Você sempre volta a mim E segue o seu ciclo renovadaMorte e vida são

Cuide de suas Sementes sob as asas de Ísis – Devaneios da Deusa

A mulher aprendeu com o processo da gestação a ter paciência de aguardar durante todo o processo da gravidez até que, naturalmente, cheque o momento do nascimento. Os homens já não possuem, naturalmente, esta característica, pois diante de um problema empunham uma faca (espada, qualquer arma), montam seu cavalo (bicicleta, carro) e partem para conquistar aquilo que acha que deve. A mulher, aguarda com amor, espera que algo de seu interior lhe oriente